Nem sempre, para infortúnio dos amantes, o beijo constou como prova cabal de afeto. Não conseguimos esquecer o beijo de azinhavre de Judas, apóstolo traidor de Jesus, indicando com a carícia aos guardas romanos que ele deveria ser preso.
Ousadia também é o que não falta na acrobacia de línguas e clamores que permeiam o cinema. A intensidade dos beijos homoeróticos entre os atores Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, em o “Segredo de Brokeback Mountain” merece seu registro.
“O Beijo” de Picasso, em 1969, retrata a fusão dos amantes cubistas.
Auguste Rodin sacraliza, em 1886, a envolvência e entrega no encontro amoroso, em escultura marmórea.
Aproximando-nos neste mom
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